segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Chuvas na região serrana do Rio de Janeiro



A chuva destruiu muitas cidades e vidas na região serrana do Rio de Janeiro e, a exemplo do ano passado quando tempestades e deslizamentos castigaram a cidade do rio e alguns munícipios vizinhos como Niterói e Angra dos reis, a mídia fala demais sobre esse assunto (pois um desastre sempre será um prato cheio para este "veículo" de informação). A verdade ninguém diz. De fato o juízo de DEUS está sobre o estado do rio de janeiro e a escritura está se cumprindo. As sete taças da ira de DEUS, começaram a ser derramadas.
Isso me fez pensar em algumas coisas. Foi pregado lá na igreja que não adiantam os planos do homem se DEUS não estiver no controle, como diz a bíblia em provérbios 19.21:"Muitos são os planos no coração do homem, mas o que prevalece é o propósito do Senhor", ou seja não existe catástrofe que não seja da vontade de DEUS, e se formos procurar tem muita coisa acontecendo de acordo com o que está escrito: O terremoto no Haiti (de acordo com apocalipse quando Deus derrama a sétima taça), os assasinatos em massa (quando a bíblia diz que no final dos tempos o amor de muitos se esfriaria), as avalanches, chuvas constantes e desabamentos causando a destruição de cidades inteiras no Rio (de acordo com algumas das taças da ira de Deus que não estou lembrado qual) e por ai vai.
Não quis dizer que devemos minimizar esses acontecimentos e retirar a culpa do estado em relação a isso (diga-se de passagem, o estado é um dos maiores culpados em relação a isso, seja na esfera material ou espiritual) , e nem muito menos quis dizer que os planos não devem ser feitos, mas como escutei na pregação, esses planos devem estar todos sob a direção do todo poderoso, assim como qualquer outra esfera de nossas vidas, ou seja, com tudo isso, ao invés de apenas ficar indignado e tentar se mobilizar para ajudar, o que é óimo (Eu mesmo participarei de um mutirão voluntário na cidade de teresópolis no próximo fim de semana), pense um pouco em como você está com o todo poderoso e o quanto você se enquadra nessa palavra. Tenho feito isso e tenho me surpreendido que tenho muito mais a ver com isso do que imaginava.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Mudanças

Essa palavra não é muita bem vinda pra muita gente (como eu por exemplo), mas quando ela acontece, na maioria das vezes a gente percebe que ela era necessária, mesmo que a gente não a esperasse ou até mesmo não a quisesse. Esse ano algumas coisas ja mudaram na minha vida. Algumas coisas que eu ja até havia me acostumado e, sinceramente já estava até mesmo em uma situação de conforto, mudaram pelo simples fato de que Deus (sempre ele), gerou um incomodo em meu coração que eu não tive outra coisa a fazer senão mudar o rumo. No início foi meio assustador e triste, mas hoje depois de uns 2 meses, sinto que foi a melhor coisa a fazer (quando Deus manda, é sempre a melhor coisa a fazer), olho para essa situação passada com um certo saudosismo mas sem a mínima vontade de voltar a ela (a não ser que Deus mande).
Com isso aprendi que as mudanças tem que ocorrer. Uma vez ou outra a gente precisa mudar mesmo que a gente não queira, pois se isso não acontecer acabaremos por morrer lentamente como seres humanos. Respirar novos ares, Conhecer pessoas novas e se relacionar com elas, mudar de ambiente, isso tudo faz a gente amadurecer e crescer como pessoa. Não é nem um pouco saudável ficar vivendo a mesma vida, a mesma rotina sempre. De agora em diante (principalmente depois dessa experiência), toda vez que eu estiver em uma zona de conforto pensarei no porque. Porque estou nela? e com certeza esse questionamento me levará a uma mudança, mesmo que seja mínima, mas nenhuma mudança é mínima quando ela se relaciona com sua vida. Por menor que seja, a mudança sempre trará algo novo e de uma forma ou de outra grande na sua vida. As vezes as pessoas ao redor nem vão perceber que voçê mudou, as vezes nem quem vive com voçê perceberá, mas voçê saberá e isso que é importante.

MUDE SEMPRE MESMO QUE AS CIRCUNSTÂNCIAS DIGAM QUE NÃO... MUDE.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Pensamento inicial para 2011

Impressionante como alguns filmes que a gente vê podem nos tocar de alguma forma. Acabei de ver um filme que tava passando na tv, chamado "tudo azul", é sobre um cara que estava revoltado com a situação política dos EUA, após a reeleição de George W. Bush, então ele resoveu ir para o canadá com a idéia fixa de morar lá, mas no meio da viagem ele conheceu uma menina que era desertora do famigerado exército americano. Como na maioria dos filmes, os dois se apaixonam, mas ela decide voltar para os USA depois de umas experiências frustradas no Canadá. Pra completar ele também decide voltar, mas quando ele faz isso ela já havia sido presa por ser desertora e estar convocada para a guerra do Iraque. Como resultado, ele espera a pena dela acabar e quando ela é solta, eles ficam juntos e ele acaba se candidatando ao senado americano, numa tentativa de combater legamente aquilo que ele acreditava.
Bom isso serviu pra me mostrar o seguinte, muita gente no meu país fala tudo aquilo que acha e se tratando de política então,todo mundo fala um monte de coisas, levanta um monte de bandeiras e etc (eu inclusive já fiz isso por inúmeras vezes, chegando a comprar briga em família por causa do que eu acredito), acabei aprendendo, ou melhor, entendendo, que discussões tolas não levam a lugar nenhum e que só geram dissensões. Não precisava ter ido longe para perceber isso. Na bìblia em ‎2 Timóteo 2:23, diz:" Evite as controvérsias tolas e fúteis, pois você sabe que acabam em brigas." ( Valeu Daniel por me lembrar esse texto), ou seja, de que vale tanto blá, blá, blá se no final das contas nada muda e a gente continua sempre com o mesmo tipo de vida. Acabei percebendo (e esse filme ajudou a confirmar o que eu ja pensava) que se a gente quer uma mudança, nós precisamos ser essa mudança. e como está escrito em uma camisa que minha esposa me deu sem saber o bem que ela estava me fazendo: "BE THE CHANGE YOU WANT IN THE WORLD" (Seja a mudança que voçê quer no mundo). Isso se aplica em todas as áreas de nossas vidas. se vc quer mudança política, não adianta ficar falando, candidate-se a algum cargo político e lute pla mudança que você quer, se quer uma mudança espiritual, consagre-se e seja a mudança que você quer, se quer uma mudança na sua vida pessoal, tome atitude e faça essa mudança acontecer. Em 2011 vou lutar ao máximo para ser essa mudança que tanto quero, em todas as áreas de minha vida. E para isso acontecer devo colocar em prática uma frase que meu pastor disse no penúltimo culto da ano lá na igreja que frequento e que ficou martelando minha mente até agora:

"EM 2011 AFATSE-SE DOS HOMENS E APROXIME-SE DE DEUS"

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Nazismo e Judaismo Parte II

Já faz muito, mas muito tempo que postei alguma coisa aqui, e por mais que saiba que ninguém lê essa bagaça, eu continuo mantendo só para massagear meu ego.
Esses dois artigos publicados aqui, foi uma tentativa frustrada de escrever algo sobre o tema, inspirado pelo livro que eu estava lendo e que ainda não acabei (mas pretendo um dia)





"E o que Hilter mais afirmava é que na era moderna os chamados Arianos (do qual ele mesmo não pertencia) eram o povo escolhido e não mais os judeus. Com tudo isso podemos perceber que mesmo tendo tanto ódio dos judeus o Führer ainda nutria, mesmo que secretamente, uma simpatia por esse povo, talvez por isso decidiu eliminar o máximo que conseguisse de sua raiz.
Foi citado anteriormente o termo: “Mischling” somente para esclarecimento, esse termo, usado pelos nazistas para determinar os de “segunda classe”, significa: “mestiço ou híbrido”, que era como Hitler enxergava os judeus. O interessante analisar, é que para o Führer, os meio-judeus teriam sido frutos de uma união profana de alemães e judeus genuínos e por isso, em alguns casos, ele não aceitava que esses cidadãos alemães fossem considerados como arianos, mesmo tendo vivido toda sua vida no país e tendo sido doutrinados pela ideologia nazista. Mas mesmo assim os alemães consideravam esses “mestiços” superiores aos cem por cento judeus, pois acreditavam que:
“(...) a perseguição a eles, os faria perigosos, porque seu “sangue alemão”, os tornaria inimigos formidáveis, portanto, esses meio-judeus devem ser levados mais a sério que os judeus (...)”
Essa afirmação preconceituosa, mostrava que mesmo não sendo aceitos como cidadãos arianos, os “mestiços” ainda eram considerados superiores aos judeus “totais”, talvez isso explique por que, em alguns casos, meio-judeus eram admitidos em guarnições nazistas e também em cargos altos da “SS” e da “luftwafe”, mas a causa ao certo de por que Hitler aceitava uns sim e outros não, ainda me é desconhecida, mas ao longo dessa pesquisa, pretendo desvendar tal questionamento.
Outra característica interessante de se perceber, é que até mesmo a igreja protestante rejeitava os meio-judeus mesmo que eles não fossem praticantes do judaísmo e se mostrassem convictamente convertidos ao protestantismo. Talvez isso foi feito para se evitar certas represálias por parte dos nazistas a igreja protestante, já que o país e o próprio Führer, se considerava católico.
Uma coisa que muitos costumam pensar, é que esses meio-judeus, por mais que fossem rejeitados por seu suposto povo, eram aceitos pela comunidade judaica. Na verdade isso não acontecia. Quando uma pessoa era considerada “Mischling”, ela era rejeitada pelos alemães e pelos próprios judeus, pois para nazistas, eles não eram arianos, devendo ser tratados da mesma forma que os demais não arianos e para os judeus eles não eram totalmente comprometidos com os costumes e com a cultura judaica, e de fato muitos “mestiços” se consideravam mais alemães que judeus e de forma nenhuma aceitavam essa nomenclatura e o tratamento diferenciado que recebiam. Muitas vezes esse meio-judeu se alistava como voluntário em tropas nazistas e até eram aceitos, mas ao serem descobertos como: “Mischling”, eram dispensados e voltavam para casa, mesmo que já estivessem em campo de batalha, em outros casos mais raros, eles poderiam sair das tropas para irem direto para os campos de concentração onde, na maioria, das vezes, acabavam sendo mortos. A não ser que já possuíssem uma patente alta eles poderiam ser encobertos.
Vale a pena ressaltar que em alguns casos pelo fato de estarem sem nenhuma “identidade”, esses “mestiços” encobriam sua origem, e mesmo que não concordassem com os métodos nazistas, se portavam como tal e no caso de estarem alistados, acabavam assumindo aquilo que não acreditavam, pelo simples fato de que aquilo poderia significar não só sua sobrevivência, mas também de sua família e o faziam porque na maioria das vezes não achavam seguro e nem benéfico participar dos raros grupos de resistência judaica que existiram durante o período. Claro que nem todos os “Mischling”, agiam dessa forma, alguns tinhas mais orgulho da Alemanha do que da própria judeidade, como afirmou um mestiço:
“(...) Minha vida seria muito triste sem minha pátria, sem a maravilhosa arte alemã, sem a crença no poderoso passado da Alemanha e no poderoso futuro que a aguarda. Acha que eu posso arrancar isso do meu coração?... Não tenho também obrigação com meus pais, com meu irmão, que mostrou seu amor pela pátria com uma morte de herói na batalha? (...)”
O fato de que uma pessoa poderia ser “mestiça” poderia, inclusive acabar com a família, como de fato aconteceu por inúmeras vezes, quando a mulher ariana deixa seu marido “Mischling”, por o ter descoberto como o tal, ou o filho que era deixado de lado pelo pai, quando descobria que ele tinha descendência judaica por parte da mãe, e nesses casos era ainda pior, pois ele era rejeitado por sua família alemã e também pela família judaica. Por conta disso, muitos jovens acabavam por cometer suicídio, pois ficavam sem um norte para seguir, em outros casos eles mergulhavam na doutrina nazista e por lá ficavam enquanto não eram descobertos como meio-judeu. Como afirmou um soldado judeu:
“Para sobreviver, tenho de me disfarçar, ser outra pessoa. Um nazista... e assim, passei a ser um soldado alemão... e comecei a reagir como fui ensinado pelos nazistas. Como nazista, e autêntico, eu era um.”
Quando isso acontecia era difícil de explicar até mesmo para os aliados, quando esses capturavam um soldado nazista na guerra. No geral eles não tinham muita paciência para ouvir qualquer um que estivesse usando um uniforme nazista, e acabavam matando esses meio-judeus antes mesmo que eles explicassem o porque de ele estar naquela situação. Mas em alguns casos esses “mestiços” acabavam sendo liberados pelos aliados e voltavam para casa e posteriormente, recebiam compensação e documentos dizendo que eles foram obrigados a serem soldados pela política nazista como uma questão de sobrevivência dentro da Alemanha totalitarista.
Na Alemanha os que conseguiram lutar na guerra pelo lado nazista, como eram os casos de alguns oficiais de alta patente da Luftwafe, acabavam sendo gratos ao nazismo por lhes ter oferecido, mais do que um nação, uma identidade, por isso muitos “mestiços” acabavam se sentindo acolhidos dentro dos exércitos nazistas, pois eram um dos poucos, senão o único, lugar onde eram aceitos, já que , em alguns casos, nem por seus ancestrais judeus eram aceitos. E esse sentimento de gratidão acabava por fazer esses meio-judeus esquecerem quase que por completo de sua natureza judia."

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Nazismo e Judaismo

Acho que esse seja um dos blogs mais loucos e sem nexo que existe. Eu passo décadas sem postar nada e quando faço nem sempre as postagens tem relação com as outras, mas isso resume um pouco o que sou.
Bom lá vai umas considerações minhas sobre Judeus que lutaram nos exércitos nazistas. Difícil de acreditar? Pois é isso foi mais normal do que se pensa.
Aqui vai a primeira parte e de acordo com meu humor depois posto o resto do que escrevi sobre isso.

"Muita coisa se diz sobre a Alemanha nazista, mas o que pouca gente não sabe é que Hitler, aceitava judeus em seu exército, o que soaria um pouco contraditório se pensarmos que o mesmo matou uma boa parte deles durante os anos da Segunda grande guerra, mas, que não é tão chocante assim quando paramos para analisar que o Führer perseguia tudo aquilo que tinha alguma relação com seu passado (segundo muitos boatos históricos reafirmam).
Segundo Brian Mark Rigg em seu livro , “Os soldados Judeus de Hitler”
“... Dezenas de milhares de homens de ascendência judaica serviram na Wehrmacht durante o governo de Hitler. Embora não se possa determinar o número exato de Mischlinge que lutaram pela Alemanha na Segunda Guerra Mundial, eles provavelmente chegaram a mais de 150 mil.”
O que espanta ainda mais é o fato de que o próprio Führer participou disso dando autorização direta para que esses descendentes diretos de judeus participassem do massacre contra seu próprio povo. Provavelmente isso pode deixar alguns intrigados com uma possível pergunta: “como que um povo pode participar do massacre de seus irmãos?” Mas para responder essa pergunta é interessante que saibamos um pouco do que é ser judeu. Antes de mais nada é necessário saber quem os judeus consideram como seus. Segundo os judeus ortodoxos, só é judeu quem tem descendência judaica materna, ou seja, basta que a mãe seja judia para automaticamente o filho ou filha herdar a judeidade, mas segundo outras vertentes do judaísmo, se a pessoa tiver descendência judaica do pai ou da mãe também é considerado judeu. Além disso todo aquele que se converte ao judaísmo deixando de lado todas as práticas não judaicas, também são considerados judeus. Mas uma coisa é interessante de se analisar se a pessoa tem descendência judaica direta, mas não tem nenhum apreço pela religião ou cultura judaica, mesmo assim é considerado um judeu, pois para eles (judeus) isso e maior do que simplesmente uma questão religiosa, isso é uma questão cultural e nacional, eles não se consideram apenas uma religião, como os cristãos em sua maioria, mas sim como um povo com leis, costumes e cultura própria, e isso é um tanto quanto complicado de se entender quando analisamos essa questão com olhar ocidental, que foi como provavelmente os alemães descendentes de judeus analisaram. Sendo assim fica um tanto quanto auto-justificável a presença de soldados de descendência judaica nos exércitos nazistas, mas o mais intrigante é que Hitler mandava para o campo de concentração qualquer um que tivesse uma raiz de judaísmo em sua família e conseqüentemente em seu sangue mas por que então ele aceitava esse povo (muitas vezes quem tinha até 50% de sangue judeu) em suas tropas, e não eram apenas para serem soldados rasos, pois como Rigg abordou em seu livro:
“Chegou mesmo a permitir que alguns se tornassem oficiais de alta patente. Generais, Almirantes, comandantes de navios, pilotos de caça e muitos praças serviam com aprovação pessoal do Führer.”
Hitler considerava os judeus culpados pelo fato de a Alemanha ter perdido a Primeira Guerra Mundial e ainda pelo fato de esse país ter ficado tão esfacelado após esse conflito, pois achava que judeus e comunistas haviam lucrado com a derrota alemã, por isso ele sempre ligava o movimento comunista com os judeus, mas mesmo Hitler reconhecera os traços positivos do povo judeu, isso se confirma por suas próprias palavras:
“Dificilmente em qualquer povo do mundo é o instinto de auto preservação desenvolvido com mais vigor que nos chamados “escolhidos” (...) Que povo, finalmente, passou por maiores convulsões que este – e ainda assim sem mudança das mais potentes catástrofes da humanidade? Que vontade infinitamente resistente de viver e preservara espécie revelam esses fatos”

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

As eleições

Depois de séculos longe do blog, vou dar uma postadinha hoje sobre algo que me chamou a atenção essa semana. Eu estava voltando do trabalho no sábado passado e fui para o ponto de ônibus, O Brasil todo ta uma zona por causa da eleição e não seria diferente com a cidade de Duque de Caxias no RJ, pois então, quando chego no ponto, após alguns minutinhos, encosta uma carreata de um candidato a deputado estadual que simplesmente tira o lugar de qualquer ônibus que parasse ali, resultado, eu e mais um monte de gnte ficamos literalmente no meio da rua para esperar o Busão. O mais interessante é que a polícia estava a menos de 3 metros dali e nada fez, e os "trabalhadores" que estavam distribuindo papeizinhos estavam sorridentes como se fosse o dia mais feliz da vida deles, ainda tentaram convencer eu e algumas outras pessoas indignadas ali a aceitar o papelzinho, o que não fizemos.
Resumindo: Provavelmente esse cara não tem nem noção da bagunça e do caos que ele ajudou a piorar, e provavelmente não fará nada na assembléia legislativa do Rio de Janeiro caso seja eleito e com sorte engordará a lista dos mais de 30 deputados que estão respondendo algum processo no rio. Isso é política. Uma das coisas que sempre me chamam a atenção é esse povo que trabalha para candidato, provavelmente recebem uma mixaria pelo papel de ridículo que passam e ainda votam nesses safados que em nada acrescentam na vida deles e na minha também, mas Brasil é assim. Sempre foi assim, na verdade nada mudou muito desde que ficamos independentes. o Povo continua desinformado, por que é conveniente ao poder público, até por isso que os investimentos na educação são pífios pois povo burro é povo controlado, e por outro lado o brasileiro no geral é preguiçoso e só quer saber de vida boa, cerveja, churrasco e futebol e assim nada vai evoluir, queira Deus que algo mude nos próximos 4 anos e ao invés da "burrificação" do povo, os governantes passem a investir mais na gente e passem a cumprir as leis que eles criam, eles votam, eles cobram, mas eles mesmos não cumprem.